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Como calcular o Índice Disponibilidade de Empilhadeira?

Você já parou pra pensar quanto custa para sua empresa uma empilhadeira parada por 3, 4 ou mais dias? Além da perda operacional – já que dificilmente as empresas contam com equipamentos reserva, também pode haver atrasos na entrega, comprometimento do estoque, prejuízos com funcionários (já que está pagando por um operador que está parado) e muitos outros prejuízos, sejam eles financeiros ou operacionais.

É por essa razão que você deve saber utilizar um dos indicadores mais importantes nas operações com empilhadeiras: o ÍNDICE DE DISPONIBILIDADE DA EMPILHADEIRA.

O QUE É O ÍNDICE DE DISPONIBILIDADE DA EMPILHADEIRA?

Como mencionamos, este é um dos mais relevantes indicadores para suas operações, pois ele irá mensurar o quanto tempo a empilhadeira ficou efetivamente disponível para o trabalho

Para calcular o Índice de Disponibilidade da Empilhadeira é fácil: basta ter o tempo total que era planejado para ela estar em operação, e o tempo em que ela realmente trabalhou – levando em conta, é claro, as paradas para manutenções corretivas – pois as preventivas, segundo a NR12, não devem contar neste índice.

ID =  1- (Tempo indisponível/ tempo disponível) X 100

UM EXEMPLO

Vamos imaginar que você tenha planejado que a sua empilhadeira fosse trabalhar por 24hs durante 30 dias, sua máquina trabalhará então, por 720hs. Acontece que durante o trabalho o serviço foi interrompido algumas vezes, totalizando 20 horas de parada. Utilizando a fórmula acima:

ID = 1 – (20 /720) x 100 = 97,3%

CONCLUSÃO: O Índice de Disponibilidade da sua empilhadeira é de 97,3%, ou seja, os prejuízos que elencamos no começo deste artigo estarão ligados a esses 2,7% – que é o tempo em que sua máquina ficou parada por algum motivo.

É claro que quanto maior esse índice, maior é a possibilidade de atingir metas de produção (movimentação de materiais e produtos), ou seja, a empresa se torna muito mais rentável, eliminando um dos gargalos que normalmente ocorre quando o índice de disponibilidade está baixo.

QUAL O ÍNDICE DE DISPONIBILIDADE IDEAL PARA EMPILHADEIRA?

Agora a questão a saber é: qual o índice ideal de disponibilidade para uma empilhadeira? Para que não haja grandes prejuízos é ideal que o índice fique sempre acima de 95%. No caso da JM Empilhadeiras, todos os contratos de locação são fechados com a garantia de um índice de 95%, mas o representante comercial do time de especialistas da JM explica:

“A nossa média de disponibilidade atual está entre 98 e 99%, bem acima daquele firmado em contrato. E o trabalho da nossa equipe de pós-venda e assistência técnica e atuar para que este índice se mantenha nesses níveis acima de 98%” – explica Vinicius Torres.

COMO MELHORAR O ÍNDICE DE DISPONIBILIDADE DA EMPILHADEIRA

indice de disponibilidade empilhadeiraUm dos maiores vilões que derrubam o Índice de Disponibilidade das Empilhadeiras é, sem dúvida, a falta de um plano de manutenção preventiva.

Por mais que pareça óbvio e um assunto até já batido, muitas empresas ainda deixam de lado a manutenção preventiva pensando que estão fazendo algum tipo de economia, quando na realidade, estão jogando com a sorte.

Segundo a equipe que coordena os CATs (Centros de Assistência Técnica da JM Empilhadeiras), ao adiar ou deixar de fazer as manutenções preventivas, os empresários acabam abrindo passagem para o surgimento de problemas inesperados e o pior, muitas vezes graves.

“A falta de ajustes periódicos e da lubrificação nos componentes do mastro de elevação, por exemplo, fatalmente irá resultar em problemas que deixará a empilhadeira parada por um bom tempo”, explica Gilson Matos, coordenador técnico do CAT de Cuiabá.

Danilo Manflin, do CAT de Campo Grande, destaca que esse e outros tipos de problemas ocasionados pela falta das preventivas geram custos que são, muitas vezes, pesado para as empresas. “E não é só o custo da corretiva, há também o problema da parada do equipamento – o que vai interferir diretamente no cálculo do Índice de Disponibilidade”, explica.

Além desses fatores, há também a necessidade de comprar peças e contar com uma equipe técnica em cima da hora. Rafael Montanholi, que atua no CAT de Lençóis Paulista, revela que muitos clientes ligam às pressas buscando por peças porque a empilhadeira teve uma parada inesperada.

“O cliente acaba ficando numa situação muito complicada – com equipamento parado, produção comprometida e aquela correria que poderia ter sido evitada se houvesse uma manutenção preventiva correta”, avalia Rafael.

OUTROS FATORES

Além da manutenção preventiva, outros fatores também exercem influência no Índice de Disponibilidade das Empilhadeiras.

Daniel Florêncio, que coordena as operações técnicas dos CATs JM de Ribeirão Preto e São José do Rio Preto (SP), ensina que pisos irregulares ou com muitos buracos também são fatores que precisam ser corrigidos para que não tragam problemas à empilhadeira – como desgaste prematuro dos pneus e até mesmo danos na parte elétrica. Caso não seja possível arrumar os pisos, a dica é para diminuir a carga transportada (para amenizar o peso da empilhadeira) e também redobrar os cuidados no transporte.

“E há outros fatores também, como não realizar o checklist diário. Nesse procedimento o operador pode constatar problemas que ainda estão no começo, como pequenos vazamentos, que se vistos e tratados no começo, vão trazer menos gastos e menor tempo de parada do equipamento”, ensina Daniel.

SAIBA MAIS

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https://www.jmempilhadeiras.srv.br/site/jm-empilhadeiras-orcamento/